Descrição
Eu tenho pais!
Tema Central: Adoção
Faixa etária: 02 anos a 12 anos de idade
Público-alvo: crianças, pais ou responsáveis, terapeutas, psicólogos, professores e gestores.
A criança não está fora do sistema familiar e independente do ambiente que esteja, seja família, escola ou outro ambiente da sociedade, vem com toda a sua bagagem, com toda a sua história e a sua ancestralidade, independente de tê-la conhecido ou não. A criança é leal ao seu sistema, e muitas vezes, reverbera através de seu comportamento algum sintoma que provém dele.
A história “Eu Tenho Pais!” aborda como tema central a adoção, bem como os conflitos e soluções que podem surgir para a criança diante desse contexto. Dentro da abordagem sistêmica e de forma leve, a história ocorre num ambiente comum para ela, ou seja: a escola. Através de um diálogo de inclusão e com muita amorosidade a professora mostra a criança que ela tem um lugar no sistema familiar de origem, podendo se conectar com o amor e a força que provém dos pais biológicos, independente de tê-los conhecido ou não. E num segundo momento mostra a importância dos pais adotivos ou responsáveis de reconhecerem e darem um lugar aos pais biológicos da criança, fixando os conceitos de pertencimento, hierarquia e equilíbrio.
Ao final, o e-book, traz um exercício de percepção denominado “Eu Tenho pais!” onde a criança e seus pais adotivos ou responsáveis legais podem dar um lugar aos pais biológicos em seus corações. Esse exercício pode ser impresso e plastificado para ser feito junto com a criança sempre que for necessário. Através desse simples movimento de trazer para o coração e dar um lugar aos pais biológicos da criança gera um sentimento de leveza e alegria para que ela possa seguir com sua história, sentindo-se reconhecida e amada.
Histórias Infantis baseadas na abordagem sistêmica
A abordagem sistêmica hoje, já se aplica em diferentes áreas, como família, saúde, educação, direito. A abordagem sistêmica se baseia em três leis: pertencimento, hierarquia e equilíbrio ou ordens do amor, como chamou Bert Hellinger. Na lei do Pertencimento, todos fazem parte. Na lei da Hierarquia, dizemos que quem veio antes, tem precedência. E por fim, a lei do equilíbrio: o dar e tomar; essa lei se baseia numa troca equilibrada.
Dentro da Pedagogia trazemos o olhar para o aluno. Marianne Frank, professora alemã, foi quem aplicou primeiro a abordagem sistêmica na escola. Com isso, ampliou o esse olhar para a criança e toda a sua história sem julgamento.
E o que significa sistêmica? Palavra que deriva de sistema. Sistema é um conjunto de elementos, concretos ou abstratos que se interligam de modo a formar um todo organizado. Nós fazemos parte de um sistema vivo chamado família. Estamos num campo de informação viva. Nossos antepassados não estão presentes só através dos genes, mas também através de suas histórias e de seus destinos.
A criança não está fora do sistema familiar e independente do ambiente que esteja incluindo a escola, vem com toda a sua bagagem, com toda a sua história e sua ancestralidade. A criança é leal ao seu sistema, e muitas vezes, reverbera através de seu comportamento algum sintoma que provém dele. Dentro da pedagogia sistêmica, vamos além do comportamento da criança, buscando compreender o motivo de determinado comportamento ocorrer.
As histórias infantis sistêmicas surgiram da necessidade de abordar, de forma leve, as ordens do amor junto a criança e a sua família. Através da arte de contar histórias, a criança vai se aprimorando do seu lugar na família, na escola e no mundo; reconhecendo o quanto é benéfico e apaziguador desde cedo tomar a força e o amor de seus pais, independente de tê-los conhecido ou não, e permanecer no seu lugar.
São 05 histórias em forma de e-books que, ao final traz uma atividade que pode ser impressa para que a criança interiorize suas percepções, tome seu lugar na família e siga para a vida com mais leveza, paz e segurança.
O E-book não é passível de troca ou devolução.




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